$GPBR — Token de Governança
Web3 & FerramentasMoeda de propósito e reputação. Seu valor não está em comprar coisas, mas em dar poder de voto nas decisões da comunidade no Gardens DAO. Distribuído a quem participa ativamente.
Conhecimento compartilhado
Conceitos para desenvolvimento rural inteligente, governança territorial e tecnologias orientadas à autonomia.
30 termos
Moeda de propósito e reputação. Seu valor não está em comprar coisas, mas em dar poder de voto nas decisões da comunidade no Gardens DAO. Distribuído a quem participa ativamente.
Sistema de crédito mútuo que funciona como moeda local, construído sobre o valor da ajuda mútua. Implementado pela AgroforestDAO na rede Celo, blockchain focada em acessibilidade via celular.
Abordagem holística que aplica princípios ecológicos e sociais ao desenho e manejo de sistemas alimentares sustentáveis (FAO). Opera simultaneamente como ciência, prática e movimento social, envolvendo conhecimento, cultura, economia, política e justiça social.
Processo de transformar uma tecnologia de serviço externo em capacidade territorial. Implica compreender a ferramenta, adaptá-la ao contexto, governar os dados produzidos, distribuir capacidades de operação e preservar a possibilidade de migração ou continuidade.
Movimento que rejeita a cultura destrutiva e o consumismo, propondo simplicidade, autossuficiência e regeneração como caminho. Não é apenas protesto: é um clamor por transformação profunda na relação com a Terra.
Contrato inteligente que funciona como um cofre digital para microfinanciamento ágil, recompensando pequenas contribuições sem burocracia. Usado para micro-grants no programa Regen Rio.
Unidade que representa a redução ou remoção de emissões. Plataformas baseadas em blockchain rastreiam e certificam esses créditos de forma transparente, conectando impacto ambiental a valor econômico.
Sistema em que membros trocam bens e serviços usando créditos comunitários, sem precisar de dinheiro oficial e sem juros. Inspirado na rede Sarafu (Quênia): empodera membros a criar seu próprio dinheiro na forma de crédito.
Forma de organização coletiva cujas regras de governança são definidas on-chain. No ecossistema, é o formato pelo qual comunidades decidem coletivamente sobre recursos e projetos regenerativos.
Campo em construção que pergunta como tornar o território mais capaz — e não apenas a fazenda mais eficiente. A inteligência não está no dispositivo digital, mas na relação entre tecnologia, território e sujeitos coletivos capazes de aprender, adaptar-se, cooperar e governar recursos.
Sigla para critérios Ambientais, Sociais e de Governança. O rastreamento de impactos ESG via blockchain busca dar transparência à alocação de recursos e ao monitoramento ambiental.
Priorização de grants e doações (financiamento a fundo perdido) em vez de empréstimos com juros. O compromisso é entregar impacto, não devolver dinheiro — quebrando o ciclo de endividamento.
Plataforma de governança coletiva em que os fundos da comunidade ficam em tesouros transparentes e todos os membros podem votar sobre a alocação de recursos.
Aplicativo que transforma ações de impacto positivo — plantar uma árvore, reciclar, participar de oficinas — em recompensas, convertendo valor social e ambiental em valor econômico.
Reinterpretação da inclusão digital rural: não se mede apenas por conectividade ou número de celulares, mas pela capacidade de governar dados, visibilidade, memória e mercados próprios.
Prática ancestral de perdão periódico de dívidas. No ecossistema, inspira mecanismos coletivos que priorizam a pessoa em vez do lucro quando alguém enfrenta dificuldades de endividamento.
Moeda criada por uma comunidade para fortalecer sua economia local, mantendo a riqueza em circulação no território. Exemplo brasileiro: a moeda Palma, do Banco Palmas, em Fortaleza.
Compreensão do rural como espaço de inovação social, recomposição econômica, produção de alimentos, preservação ambiental e construção de novas relações entre produtores e consumidores — não apenas espaço produtivo subordinado à cidade.
Pessoas que chegam ao campo a partir de trajetórias urbanas, ambientais ou tecnológicas. Podem atuar como pontes entre redes rurais e ferramentas digitais — mas concentram poder se o conhecimento técnico não for distribuído e submetido à governança coletiva.
Os cinco graus de apropriação: operacional (saber usar), informacional (acessar e exportar dados), organizacional (regras e prestação de contas), técnico (adaptar e auditar) e político (decidir se a ferramenta serve aos objetivos coletivos).
Processo pelo qual plataformas digitais passam a estruturar mercados, relações sociais e processos democráticos. Apresentam-se como neutras, mas definem regras de participação, critérios de visibilidade, coleta de dados e modelos de monetização (Van Dijck, Poell e De Waal).
Certificado digital que comprova participação em um evento ou mutirão. Não tem valor em dinheiro, mas registra reputação, engajamento e pertencimento à comunidade.
Uso do histórico de participação verificável (POAPs, tarefas, contribuições) como forma de crédito e influência. Aplicada na rodada Regen Rio com o Gitcoin Passport para dar mais peso aos membros mais engajados.
Paradigma centrado na eficiência da propriedade individual por meio de sensores, dados e automação. Mede inteligência por intensidade tecnológica. É um nó em uma rede informacional ampla, na qual plataformas e investidores influenciam decisões produtivas.
Capacidade de comunidades definirem seus próprios sistemas alimentares. No DRI, precisa ser pensada em conjunto com soberania informacional e tecnológica, pois redes agroecológicas frequentemente dependem de plataformas privadas.
Capacidade de um território de governar meios digitais críticos — formação, infraestrutura, protocolos, documentação e critérios de escolha tecnológica — em vez de depender de infraestruturas externas, opacas e pouco contestáveis.
Tecnologia de pagamentos contínuos (streaming de dinheiro), permitindo que recursos fluam a cada segundo trabalhado em vez de uma vez por mês — alinhando o fluxo às necessidades reais.
Unidade central do DRI. Não se reduz à propriedade individual: envolve redes de confiança, mercados locais, conectividade, políticas públicas, cooperativas, sementes, água, conhecimento e formas de governança que sustentam o desenvolvimento.
Token de governança da Growecosystems (10 milhões de unidades na rede Polygon, em carteira multiassinatura Safe). Permite voto na alocação de recursos, staking para poder de voto e incentivo à participação.
Cuidar de filhos, ajudar um vizinho ou proteger uma nascente têm altíssimo valor de uso, mas baixo ou nenhum valor de troca no mercado. O movimento Junglepunk busca reconhecer e recompensar valores que o mercado ignora.
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